quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Eleições históricas [ou não]


Parabéns eleitores! [ou não]

[Sim, somos todos palhaços. Por isso os elegemos...]

          Em 2013, durante as manifestações:
          "Queremos mudança!" 
          "Queremos mudança!" 
          "Queremos mudança!"

          Em 2014, durante as eleições:
          "3/4 dos Deputados Federais se REELEGERAM..."
          "Dos 391 que tentaram a reeleição, 290 conseguiram..."
         "[...] deputados se beneficiam da cota parlamentar, verba anual para o exercício do mandato que fica, dependendo do Estado de origem do deputado, entre R$ 28 mil e R$ 42 mil."


          Obrigado eleitores brasileiros! Isso sim é mudança!



terça-feira, 7 de outubro de 2014

Eleições históricas [ou não]


Parabéns eleitores! [ou não]

[Sim, somos todos palhaços. Por isso os elegemos...]

             As manifestações de junho de 2013 foram apenas um sonho delirante. Na verdade foi uma farsa.
             A maioria daqueles jovens manifestantes foi às urnas votar nesse dia 5 de outubro? Parece que não...
              Bastou uma rápida pesquisa em sala de aula, aluno por aluno, um a um, para indagar a respeito das votações desse domingo e entender finalmente: a maioria não foi votar e/ou sequer tinham o título de eleitor [apesar de terem idade e condições para tanto].
               É isso. O que vimos ano passado foi uma rebeldia sem causa. Isto é, ninguém quer mudar coisa alguma... [e falo "ninguém" porque a votação em homofóbicos, palhaços e corruptos notórios foi por uma ampla maioria] 
             Praticamente 3 milhões de pessoas votaram em apenas 3 candidatos... Apenas estes nos representam tão bem assim?
            Como me disse um professor de História, hoje, vendo minha desolação: "eles não foram se manifestar, eles foram se encontrar numa Micareta"...
                Thank's juventude consciente! [ou não]
                 Caos, pode entrar.



segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Eleições históricas [ou não]

Parabéns eleitores! [ou não]

                                                      [Sim, somos todos palhaços. Por isso os elegemos...]

                São inaceitáveis os resultados dessas eleições. 
                Eleger um palhaço e um homofóbico com milhões de votos, é ainda mais inacreditável.
        É possível fazer uma relação íntima entre eleitos e eleitores? Sim: somos palhaços e homofóbicos... Simples assim.
            São Paulo, por se tratar do maior colégio eleitoral do Brasil, demonstra seu vexaminoso desejo de não mudança, de não avanço e de não melhora em absolutamente nada. Passamos um recado claro aos políticos do país: sim!, concordamos com vocês! [e digo "nós" porque vivemos numa democracia, e acatamos a vontade da maioria].
              Sim. Somos palhaços. Somos homofóbicos
             E elegemos os nossos representantes. Esta feito.

             Caos, você foi eleito definitivamente...

domingo, 5 de outubro de 2014

Domingo

É hoje...


sábado, 4 de outubro de 2014

Sábado

Contagem regressiva...



                 Mais de 140 milhões de eleitores? Os números no Brasil são sempre assustadores...

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

#Fechado

Sem aula hoje...



                 Escola fechada para as eleições.
                 Hoje, apenas organização de mesas, cadeiras e toda a preparação necessária para a votação de domingo...




quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Estúpido!

Cala a boca estúpido!

#Parte4


        Então concordamos que a maioria de nós é coadjuvante num mundo gigantesco, onde poucos fazem a verdadeira diferença... Não é mesmo?
           Se você disse "não! eu não sou coadjuvante! eu sou especial" e blá blá blá, é bem provável que você possua algum tipo de crença que lhe permita pensar assim. Se não, estamos talvez pensando na mesma direção.
         Ninguém sabe ao certo o que somos, de onde viemos e para onde vamos. Não há e nunca houve, até hoje, evidências empíricas que comprovem inconteste o verdadeiro sentido da vida. Cada um tem o seu próprio sentido, e cada ser humano é capaz de inventar suas próprias razões [umas mais loucas que as outras]. Para mim, que convivo com crianças, jovens e adolescentes, é gritante o fosso abissal que há entre o mundo minimamente ideal e a nossa realidade. Alunos reclamam da escola, professores reclamam de alunos [opa!], e todos reclamam da educação, da sociedade e do tudo: saúde, segurança e trabalho. 
         Eu, por aqui, penso que a escola resolve [sozinha] todos esses problemas. Vou repetir: TODOS os problemas podem ser resolvidos com a escola. Se não o for, é possível que reduza-os ao mínimo possível.
             Um jovem que gosta da escola, que se dedica ao máximo, lerá melhor e escreverá muito bem. Terá oportunidades especiais e resolverá [sozinho] uma série de problemas à sua volta, como desequilíbrio familiar, do bairro da cidade onde mora. E porque isso não acontece? Porque o mundo esta doente, porque estamos num desequilíbrio escroto. E nada [e nem ninguém] irá nos salvar. Simples assim.
         Se não isso, qual o motivo para políticos tão execráveis ainda continuarem se reelegendo ano após ano? Se sabemos o que é melhor, porque não o fazemos todos juntos? 
                                              [. . .]
            Sim, somos estúpidos demais para pensar em algo universal, que atenda a todos. Perdemos tempo e energia preocupados com a sexualidade do outro, com a cor da pele do outro, com o que o outro possui e eu não. Somos estúpidos. Macacos. Idiotas. Somos o pior dentro do melhor mundo possível.






quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Estúpido!

Cala a boca estúpido!

#Parte3


             Enquanto um grupo restrito de profissionais qualificados é responsável pela criação, fabricação e propagação de um smartphone [para dar um exemplo físico] uma gigantesca quantidade de pessoas consomem avidamente esse produto, sem necessariamente compreender cada um desses estágios de produção e desenvolvimento. 
         Outro exemplo: enquanto alguns estudantes universitários [boa parte americanos e chineses] desenvolvem aplicativos para esses aparelhos, uma multidão replica o seu uso à exaustão enchendo os bolsos dessa minoria. Sempre foi assim. E assim sempre será. Uma minoria dita as regras, não adianta "lutar" contra.
             A negligência do Estado, da família e da sociedade organizada acerca dos problemas da escola pública, não são nem de longe o nosso problema. Os professores estão lá, dentro da escola, todos os dias. Eles querem produzir, realizar novas ideias e inúmeros projetos [ao contrário do que muitos pensam], trabalhos acerca das ciências, das línguas e das artes. Entretanto, onde esbarramos? Onde a porta emperra?
                Eu respondo: na profunda má vontade dos alunos.
        Parece um contra senso brutal, mas a realidade mais dura que enfrentamos não é contra o sistema, como muitos gostam de apregoar. A resistência de jovens e adolescentes para com a atividade escolar é quase surreal. Já inventou-se de tudo: peças de teatro, vídeo aula para postagem na internet, pesquisa de campo das mais variadas, eleições escolares onde alunos são eleitores e também candidatos, mas isso tudo é pouco. Na verdade é quase nada. Os bons frutos que ainda conseguimos colher vêm de uma minoria tão pequena, mas tão pequenina, que não servem como um demonstrativo válido acerca do aprendizado desses alunos.
                Os "bons" alunos de sempre, exatamente 3 em cada 10, são os que carregam tudo nas costas. Eu pessoalmente enfatizo bastante os poucos êxitos, divulgo em grupos de rede social e procuro exaltar cada trabalho, cada "vitória", para animar a maioria sedentária e desinteressada [o que de repente faz parecer que o projeto foi muito maior, mas não foi]. 
             Leio, incessante, "especialistas" em jornais e revistas de grande circulação ou mesmo na TV, dizerem da necessidade da escola "tornar-se" mais interessante, atraente e, por isso mesmo, mais produtiva. Mas como? 
              Essa barreira parece às vezes intransponível. Estudar requer, em algum momento, por mais que a escola seja "aberta" e "acolhedora", um gesto de boa vontade, uma atitude e o intenso compromisso de aprender do próprio aluno! E eu vejo isso nas escolas? Sinceramente não...
              O caso é que, já dentro de uma sala de aula, e possível observar os fenômenos sociais que venho atacando nessa série "Estúpido!": que a minoria faz a diferença, é a minoria que produz [efetivamente] o avanço, e é ela quem permite que toda uma legião de preguiçosos sanguessugas usufruam de um bem estar generalizado. Sempre foi assim. E assim sempre será.

                  Continua no próximo post!



terça-feira, 30 de setembro de 2014

Estúpido!

Cala a boca estúpido!

#Parte2


               Eu já postei aqui longos argumentos acerca dos alunos consumistas, perdulários e exibicionistas. Estudantes que, em plena sala de aula, preocupam-se muito mais [muuuuuito mais] com os objetos eletrônicos que possuem [como celulares caros, relógios inteligentes, tablets, etc] do que precisamente estudar. Isso é uma droga, uma lástima, porque além de atrapalhar muito o decorrer da aula [na verdade até as inviabilizam] demonstram também o quão idiota o ser humano é. E o quanto ele se pauta pelo "que tem" e não pelo "que é".
                 Quando eu era criança me lembro que ficava fascinado com a esfera pequenina que existia [e ainda existe] na ponta da caneta Bic. Queria saber, entender e destrinchar aquela peça a fim de descobrir "como" os caras conseguiam colocar aquele troço lá. Ao longo dos anos, e após muitas outras dúvidas e questionamentos sobre 1 milhão de outros assuntos, vi um documentário sobre a fábrica da caneta Bic [imaginem!] e descobri, entre muitas coisas, que a marca é francesa, e não brasileira, como muitos imaginam.
               Isso aconteceu, importante que se diga, muito antes do advento da internet, google ou a TV por assinatura se popularizar. Estou falando de início dos anos 90, quando algumas coisas ainda eram "mágicas" e o conhecimento [ainda mais raro] também estava concentrado nas mãos de minoriais ainda menores que hoje.
                Aí cresci e descobri o "Windows 95"! Ele superava, e muito, tudo o que a gente sonhava em PC doméstico. Aí vieram os CD's, os DVD's e a música totalmente digital. O MP3 foi [e ainda é] para mim, uma verdadeira revolução tecnológica. Então o avanço da internet, banda larga e todas as mídias eletrônicas [como esta aqui onde escrevo], até chegarmos ao ponto atual da história.
          Sempre que vejo um aluno manuseando seu novo "brinquedinho" tecnológico, que sua mãe provavelmente se matará para pagar em 12 suaves prestações, observo que para ele tanto faz a evolução até ali. Em nada lhe interessa saber o quão avançado aquela interface é, as dinâmicas e os avanços científicos contidos naquele pequeno objeto eletrônico. Pior que isso: vejo-os ansiosos por outros e outros modelos mais novos, mais caros e mais "invejados" pela maioria.
               Eu tive um professor, nesses mesmos anos 90, que olhava para nós e lamentava profundamente a nossa estupidez, nossa idiotice e cretinice. Ele nunca disse isso, mas eu sei [hoje] pela cara que fazia, que era isso mesmo o que ele pensava de nós. Tenho vontade de encontrá-lo novamente e pedir-lhe desculpas. O mundo piorou muito desde então. 
          Uma minoria fez o mundo avançar, como sempre foi, e a massa de estúpidos-idiotas-cretinos cresceu exponencialmente de lá pra cá... Um abraço professor Gilberto [Matemática] e professor Newton [Física]!

               Continua no próximo post!


             






segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Estúpido!

Cala a boca estúpido!

#Parte1


          Todo professor mediano sabe. Qualquer pessoa razoável sabe. Um sujeito idiota e mais esclarecido também sabe: o conhecimento esta nas mãos de uma minoria. [E põe minoria nisso. Minoria mesmo!]

           Pensemos o seguinte:
           De cada cem estudantes de Ensino Médio, quantos conseguem resolver, por exemplo, o DESAFIO 749? Destes, quantos gostam de matemática ou outra disciplina de exatas, por exemplo? Destes, ainda, quantos irão se formar na faculdade em algo relacionado às exatas? E, ao final de tudo, após todo esse longo processo, quantos farão qualquer diferença no mundo? Quantos realmente serão lembrados, realizarão algo "grande" para o planeta, e terão sua existência celebrada pela humanidade? Poucos, né?
            Tá bem, eu exagerei... Ser "lembrado pela humanidade" é um pouco demais, concordo! Contudo, é consenso que poucos seres humanos [poquíssimos!] são de fato essenciais à história da nossa civilização, avanço e existência enquanto sociedade... E esse número, essa quantidade de pessoas relevantes à nossa evolução social, tecnológica, filosófica ou científica é, e sempre será, infinitamente menor que a quantidade de habitantes na Terra.
            Falo isso por experiência própria: a minha observação em sala de aula me diz, me garante, que a imensa maioria das pessoas interessa-se muito mais por "consumir" que por "produzir". E é muito difícil para mim, por exemplo, como professor de escola pública de periferia [que não possui sequer uma máquina de xerox para fotocopiar provas e atividades escolares] realizar e "construir" novos "produtores" e não apenas meros "consumidores".
            No meu índice, no meu dia a dia, esse número [que já é muuuuuito pequeno, mas existe] cai vertiginosamente. Tenho de lidar com alguns jovens de 17 anos completamente analfabetos, inclusive, e que foram "empurrados" e aprovados até o Ensino Médio sem saberem coisa alguma do conhecimento escolar básico. Mas o meu questionamento continua: e você, é essencial ao mundo? Em qual "lado" desse planeta você esta? Você será lembrado?
              Continua no próximo Post!








domingo, 28 de setembro de 2014

Domingo

                              Só falta humor!






[O pior do ser humano é o próprio ser humano]

sábado, 27 de setembro de 2014

Sábado

                              Só falta humor!






[O pior do ser humano é o próprio ser humano]

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

#1 Preconceito

Você é uma 
pessoa preconceituosa?




     Um professor, para mim:
     - Acho um absurdo dois homens se beijarem!
     - Como assim? - eu lhe pergunto.
     - Eu não tenho nada contra! Mas não acho certo dois homens se beijando na boca... Isso é um absurdo!
     - Deixa ver se eu entendi: você não é homofóbico, você só não os quer por perto?
     - É...
     - Mas isso é homofobia... É preconceito!
     Alguns segundos de silêncio.
     - Sim - ele "lamenta" - eu sou preconceituoso mesmo... Confesso que sou!
     Chega uma terceira pessoa. Eu faço um resumo acerca do teor da conversa.
     - Ué - diz a terceira pessoa - pelo menos ele reconheceu que é preconceituoso!
     - Como assim? Se ele "confessar" ser preconceituoso, tudo bem?
     - Claro! Mostra que é uma pessoa realista, que fala o que pensa!

[...]

      Eu ia dizer que os nazistas fizeram a mesma coisa quando eliminaram 5 milhões de judeus, por considerar que os judeus representavam uma "raça" inferior. Os nazistas faziam questão de externar a sua opinião a esse respeito, especialmente quando diziam que judeus [como os ratos] transmitiam doenças etc. O nazistas eram bem "realistas" ao fazê-lo.
      Ia dizer. Mas não disse.

[...]

     Sei lá. Tenho uma sensação estranha de que eu não verei [e provavelmente a minha geração também não] uma mudança significativa de mentalidade e compreensão acerca da diversidade, e do quanto ela [a diversidade] é melhor para a mundo...

[...]

     Algumas discussões se encerrram antes mesmo do início.
     Thank's Caos!



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quinta-feira, 25 de setembro de 2014

#2 Preconceito






Mulheres criam meninos 
preconceituosos e machistas.


Mulheres criam meninas 
submissas e emocionalmente frágeis.






quarta-feira, 24 de setembro de 2014

#3 Eleição

A escola é o reflexo da própria 
sociedade [negativamente falando].



              Numa eleição, o que menos importa são as propostas realistas e as possíveis conquistas. Vale mais o conchavo, o apadrinhamento, troca de favores e o voto amigo. Sim, estou falando das eleições escolares [nosso atual trabalho]. Mas as afirmações anteriores servem também para a nossa soiedade em geral.
              Incrível como jovem não ouve nunca, e como insiste em repetir os mesmos erros clássicos. Dizer que é preciso escolher os melhores candidatos, as melhores ideias e ideiais, é como gritar ao vento. No mais, fica claro que ninguém dque desde cedo o ser humano é moldado para um olhar superficial das coisas. Para estes, como para todo o resto do planeta, tanto fez como tanto faz [sim, generalização burra para causar]...
               Caos, você esta eleito.




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terça-feira, 23 de setembro de 2014

#2 Eleição

Somos todos povo, somos a maioria. 
Somos todos culpados e lenientes.



             Segue a "campanha". Professores cedem suas aulas, alunos/candidatos confeccionam cartazes, panfletos e difundem ideias. Uns poucos trabalham e uma maioria gigantesca nada produz, nada realiza, em nada particiapa. Olho esses alunos e penso, não seriam estes o próprio povo?
             Alguém será eleito, sem dúvida, e alguém tomará pra si o poder num mandato legítimo. Entretanto, o que a maioria, o povo [os alunos preguiçosos que nada produzem] tem a dizer? Que consciência ou capacidade possuem para cobrar e reivindicar direitos específicos?
              Eu, acompanhando todo o processo em meio ao caos, à bagunça dos alunos e uma certa desordem que se estabelece a cada minuto, não me canso de olhar para estes sujeitos passivos, o povo. Sim! São eles a massa moribunda que nada realizam, a maioria brinca, atrapalha, não se interessa pelo processo em si, olham o relógio a todo momento. Querem ir embora. Engraçado mesmo, para não dizer triste.
               "A juventude salvará o mundo!" Só que não...
             Esses jovens são tão preguiçosos e desinformados, desinteressados, quanto os seus próprios pais. Belchior estava certo. Ainda somos os mesmos e vivemos como nossos pais...
               Toca o sinal, todos vão para casa. Vejo nos rostos alguma alegria e alívio pelo final das aulas. A maioria não se importa mesmo. Não se importam hoje, e talvez não se importem amanhã, quando as eleições forem verdadeiras.
               Uns poucos estão preocupados, os alunos/candidatos  Querem fazer bem feito, representar sua sala com dignidade. Mas estes são poucos, insisto. Todo o resto esta na rua e já se esqueceram desse trabalho escolar, das eleições, da verdadeira importância que essas coisas têm em suas vidas.
                Tenha um bom dia, caos.


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segunda-feira, 22 de setembro de 2014

#1 Eleição

Trabalho realizado em nossa escola revela 
a incapacidade do brasileiro médio



           Já falei aqui em inúmeros posts acerca da letargia que observo nos alunos ao longo desses anos de carreira, em escolas públicas e particular, mas esse novo trabalho evidenca uma nova questão que aqui irei abordar no decorrer dos dias.
           Seguindo na mesma sequência de preocupação de causar interesse nos alunos, alguns professores [inclusive este que vos fala] concordaram em aproveitar a chegada das eleições 2014 para realizar um trabalho também sobre as eleições. Contudo, a proposta é que canditados e eleitores sejam os próprios alunos.Todos estudantes do ensino médio.
         A ideia, claro, é muito simples: qualquer um poderá se candidatar a presidente, governador, senador e deputados federal e estadual. Cada partido elencará propostas e gravará vídeos publicitários [de no máximo um minuto cada] bem como produzirá material gráfico, propaganda na internet e etc. A apresentação de propostas é livre, e cada grupo de alunos [cada partido, na verdade] deverá convencer os demais colegas [eleitores] a votarem em suas ideias.. E é aqui que começamos a nossa triste saga.
          Na verdade, esse trabalho mostrará, ao longo dessa semana, o verdadeiro reflexo [negativo e positivo] do que é a nossa sociedade brasileira: o das promessas inviáveis e impossíveis, performances "engraçadas" e estrambólicas nos vídeos publicitários com intuito de apenas chamar a atenção, e uns poucos com bom senso lutando para propor melhorias efetivas à escola e à sociedade [mas que, lógico, quase não serão ouvidos].
          Acompanhem os vídeos em "Matemática TOP", no Facebook e Youtube, e fiquem à vontade para comentar.
          Caos, eu voto em você.
       


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domingo, 21 de setembro de 2014

Domingo

                              Só falta humor!







[O pior do ser humano é o próprio ser humano]

sábado, 20 de setembro de 2014

Sábado

                            Só falta humor!





[O pior do ser humano é o próprio ser humano]

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Desafio 749

Arrogância não é o 
mesmo que cobrar.





               Eu não sei vocês, "senhores" pais, mas os meus resultados foram catastróficos...
               Mais de 73% dos meus atuais alunos não souberam resolver com extatidão o DESAFIO 749 [todos estudantes do ensino médio]...
               E o seu filho?

               Se o ser humano não deseja estudar, tenha ele a idade que for, nem os melhores professores do mundo serão capazes de influenciá-lo. Pensem nisso antes de encontrar um "culpado" para os seus erros...


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